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Olimpíadas: Skate pode levar Brasil ao primeiro pódio triplo na história, e Rayssa Leal pode desbancar Gabriel Jesus

Afinal, as três atletas estão entre as quatro melhores do mundo na categoria.

25/07/2021 às 17h04
Por: Redação Fonte: Globo Esporte
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Brasil poderá ter pódio triplo no skate (Foto: Reprodução)
Brasil poderá ter pódio triplo no skate (Foto: Reprodução)

Quando Letícia Bufoni, Rayssa Leal e Pamela Rosa foram confirmadas como as representantes do Brasil no skate street nos Jogos de Tóquio, automaticamente criou-se a expectativa por um feito inédito na história do esporte olímpico brasileiro: um pódio triplamente verde e amarelo. E isso não é algo distante ou complicado de acontecer. Afinal, as três atletas estão entre as quatro melhores do mundo na categoria.

É inevitável sonhar alto. Na última atualização do ranking mundial, Pamela Rosa é a líder (#1), seguida de Rayssa Leal (#2) e Letícia Bufoni (#4). Quem está entre elas é a japonesa Aori Nishimura (#3), candidata a algoz. A competição começa com a classificatória neste domingo, às 21h (de Brasília), no Ariake Sports Urban Park. Caso avancem, a final será às 00h25, na madrugada de segunda-feira.

Como funciona o skate street?

20 atletas na classificatória.

Cada um tem duas voltas de 45 segundos e cinco manobras.

Das sete notas, as quatro maiores contam para a classificação.

Os oito melhores vão à final.

Notas são zeradas e recomeça a disputa.

Até o momento, o Brasil conseguiu apenas "dobradinhas" em pódios olímpicos na história, como quando Jacque Silva e Sandra Pires ficaram com a medalha de ouro, seguido de Adriana e Mônica, com a prata, nos Jogos de Atlanta-1996. Ter três nomes no pódio, no entanto, nunca aconteceu.

O skate brasileiro também mira o recorde de medalhas de um mesmo esporte em uma edição dos Jogos Olímpicos, que pertence ao judô em Londres-2012 (um ouro e três bronzes). Além do street feminino, o Brasil também tem chances de medalha no masculino com Kelvin Hoefler e no park feminino com Dora Varela.

Gabriel Jesus na mira

Ao estar em Tóquio, Rayssa Leal já atingiu um recorde. Com 13 anos e sete meses de idade, ela se tornará a atleta mais jovem a defender o Brasil em uma edição de Olimpíadas na história. O feito pertence a a natadora Talita Rodrigues, que competiu em Londres-1948 com 13 anos e onze meses de idade. Mas caso tenha um bom desempenho nas pistas, poderá escrever seu nome em mais um recorde.

Favorita no skate street feminino, ela pode se tornar a pessoa mais jovem — entre homens e mulheres — a ter uma medalha de ouro olímpica. Esse posto pertence a norte-americana Marjorie Gestring que foi ouro nos saltos ornamentais em Berlim-1936 com 13 anos e nove meses.

Caso conquiste uma medalha, Rayssa irá superar Rosângela Santos, que foi bronze em Pequim 2008 com 17 anos no 4x100m do atletismo. Se ficar com o ouro, irá superar Gabriel Jesus, campeão com a seleção brasileira de futebol masculino na Rio-2016 com 19 anos e três meses.

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