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Corpos de paraibanas são achados em escombros no RJ

As vítimas são Ana Paula Rodrigues, de 37 anos, e Ana Flávia Pereira, de 36.

16/04/2019 22h59
Por: Jackson Silva, Portal JKR
Fonte: Portal Correio
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O corpos de duas paraibanas foram encontrados nesta terça-feira (16) nos escombros dos prédios do condomínio Figueiras do Itanhangá, na comunidade da Muzema, no Rio de Janeiro, que desabaram na última sexta-feira (11). As vítimas são Ana Paula Rodrigues, de 37 anos, e Ana Flávia Pereira, de 36.

 O Portal Correio conversou a irmã de Ana Paula, Cristiane Rodrigues. Segundo ela, a irmã morava com o marido e dois filhos, um de 13 e uma de 15 anos. Ela também estava grávida de quatro meses. Ainda de acordo com Cristiane, a família de Ana Paula teria deixado o apartamento pouco antes do desabamento.

“Só morava ela, os esposos e os filhos. Eles estavam indo trabalhar. Quando o marido dela desceu com os filhos, ela ficou terminando de fechar o apartamento. Aí foi quando o prédio desmoronou”, disse.

Ana Paula era natural de São Sebastião de Lagoa de Roça, no Agreste da Paraíba. E será lá que o corpo será enterrado. Ainda não se tem informações de quando ocorrerá o sepultamento, já que depende dos trâmites burocráticos.

A outra vítima, Ana Flávia Rodrigues, de Riachão do Poço, também teve o corpo encontrado nesta sexta-feira (16). A informação foi confirmada também por sua irmã, Verônica. Ela conversou com a reportagem do Correio Verdade, da TV Correio. Com ela, também foi encontrado seu filho, de quatro anos. Ainda não há informações sobre o velório.

 Os bombeiros continuam fazendo buscas por mais desaparecidos. A Delegacia de Polícia Civil da Barra da Tijuca (16ª DP) investiga o caso. Uma família com outros paraibanos ainda não havia sido encontrada, até a tarde desta terça-feira (16).

Segundo a prefeitura do Rio, os prédios não tinham autorização para serem construídos e as obras foram interditadas e embargadas em novembro do ano passado.

Além de investigar a atuação da milícia, grupo criminoso que controla ilegalmente a comunidade da Muzema, a Polícia Civil apura a responsabilidade dos construtores e da prefeitura, que é responsável pela fiscalização de obras.

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