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Primo da rainha é preso por abuso sexual de mulher em seu castelo

À imprensa, Simon Bowes-Lyon confessou o crime, admitiu ter embriagado no momento do ataque e pediu desculpas à vítima

23/02/2021 09h17 Atualizada há 1 semana
Por: Redação JKR Notícias Fonte: R7
Primo da rainha Elizabeth 2ª é condenado após abuso sexual - (Foto: Reprodução)
Primo da rainha Elizabeth 2ª é condenado após abuso sexual - (Foto: Reprodução)

Simon Bowes-Lyon, primo da Rainha Elizabeth 2ª, foi condenado pela Justiça do Reino Unido por agredir e atacar sexualmente uma mulher que estava hospedada no castelo de sua família, o Castelo de Glamis, na cidade escocesa de Glamis em fevereiro do ano passado.

De acordo com os jornais britânicos The Teleghaph e Metro UK, o membro da família real assumiu ter cometido o crime e estava preso há 10 meses enquanto aguardava o seu julgamento, que aconteceu nesta terça-feira (23) no Tribunal do xerife de Dundee.

Conde de Strathmore, Bowes-Lyon é primo de segundo grau de Elizabeth 2ª. Ele é filho da prima de primeiro grau da monarca britânica.

A vítima, que não teve sua identidade revelada, disse às autoridades que estava hospedado no Castelo de Glamis e teve seu quarto invadido por Bowes-Lyon. Ele estava bêbado e teria a empurrado contra a cama e tentado tirar suas roupas. Ela conseguiu escapar após 20 minutos de abuso.

No mês passado, o primo da monarca admitiu o ataque e disse à imprensa estar "muito envergonhado de suas ações, que causaram tanta angústia a um hóspede de sua casa". Segundo Bowes-Lyon, ele bebeu excessivamente na noite do ataque e reconheceu que isso não justifica o seu erro. "Não pensei que fosse capaz de me comportar da maneira que agi, mas tive de enfrentar isso e assumir a responsabilidade".

“Quando compreendi o que havia feito logo pedi desculpa para a mulher. Volto a pedir desculpas hoje, do fundo do meu coração. Eu sinto muito pelo meu comportamento e pelo sofrimento que causei", disse ele.

Bowes-Lyon, que é o conde de Strathmore, e multimilionário dono de terras, entrou no registro de criminosos sexuais por 10 anos por representar um "risco médio" de cometer mais crimes sexuais, segundo especialistas.

Segundo o jornal britânico Metro, o xerife responsável pelo caso disse que a vítima precisou de terapia depois do ataque e que ainda tem pesadelos com o crime.

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