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Lula é apontado por Valério como mandante da morte de Celso Daniel, diz revista

O ex-presidente seria um dos mandantes da morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, assassinado em 2002.

25/10/2019 21h07
Por: JACKSON SILVA
Fonte: BHAZ
Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O empresário Marcos Valério, apontado com um dos principais operadores do escândalo do ‘Mensalão’, disse em depoimento dado ao Ministério Público de São Paulo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria um dos mandantes da morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, assassinado em 2002.

As informações foram divulgadas pela revista Veja’, nesta sexta-feira (25). O veículo teve acesso recentemente ao depoimento do empresário, prestado no Departamento de Investigação de Homicídios de Minas Gerais.

Em nota, o Partido dos Trabalhadores (PT) nega as afirmações divulgadas pela revista e afirma que a Veja terá de “responder pelo crime que cometeu”.

“As mentiras reproduzidas como novidade na última edição da revista Veja já haviam sido vendidas pelo sr. Marcos Valério à Procuradoria Geral da República, em 2012, e foram repetidas à Lava Jato, em 2016, numa desesperada tentativa de envolver o ex-presidente Lula em mais uma falsa acusação. Em nenhum dos dois casos a impostura parou de pé, por ser história falsa, sem prova nem testemunho, apesar da obsessão macabra dos que tentam até hoje tirar proveito político do assassinato do prefeito Celso Daniel, em janeiro de 2002”, diz trecho da carta do partido assinada pela presidente da sigla, a deputada Gleisi Hoffmann.

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Em depoimento, Valério contou que o ex-deputado federal do PT, Professor Luizinho, teria lhe dito que a motivação do crime teria sido o fato de que “Celso Daniel topou pagar com recursos da prefeitura a caravana de Lula pelo país, antes da eleição presidencial de 2002, mas não teria concordado em entregar a administração à ação de quadrilhas e àqueles que visavam ao enriquecimento pessoal”, disse Valério, segundo a revista.

Valério disse que descobriu a situação ao participar de uma reunião com o chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, em 2003. No encontro, Gilberto teria dito que o empresário Ronan Maria Pinto estava chantageando a alta cúpula do Planalto com revelações sobre o assassinato de Celso Daniel.

O chefe de gabinete teria sugerido a Valério a compra do silêncio de Ronan. Marcos Valério contou ao promotor que o ouvia que Ronan Maria Pinto, quando exigiu dinheiro para ficar calado, declarou que “não ia pagar o pato sozinho” e que citaria o presidente Lula como “mandante da morte” do prefeito de Santo André.

Valério disse que, depois de pagar a pelo silêncio do empresário, usando um empréstimo bancário de R$ 12 milhões, conversou sobre o assunto com o próprio Lula. “Eu virei para o presidente e falei assim: ‘Resolvi, presidente’. Ele falou assim: ‘Ótimo, graças a Deus’”, afirma.

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